Empresas modernas utilizam um grande conjunto de soluções tecnológicas para a execução de rotinas operacionais com alto padrão de qualidade. No entanto, conforme o empreendimento cresce, a infraestrutura de TI passa a ter um grau de complexidade maior, o que pode gerar gargalos na gestão de recursos e dificultar a busca por processos mais eficazes.
Nesse sentido, a integração de sistemas pode ser vista como uma alternativa para quem pretende criar um fluxo de trabalho mais simples e otimizado. A criação de um ambiente digital altamente integrado é uma necessidade do mercado atual.
Empresas devem garantir que os seus sistemas conversem entre si, de tal forma que setores diferentes possam trocar dados, serem mais produtivos e terem rotinas com um número de conflitos menores. Assim, as informações circularão com maior rapidez, tornando a execução de serviços mais ágil.
É muito comum que as empresas optem por implantar primeiro um sistema generalista e centralizador, como o ERP (Enterprise Resource Planning), e depois adicionem sistemas especialistas, focados em apenas uma parte do negócio, como, por exemplo, uma ferramenta para força de vendas ou programação fina da produção. É importante ressaltar que não se trata necessariamente de uma regra, já que também é possível fazer a integração entre sistemas especialistas.
A integração pode ser de mão única ou de via dupla. Existem sistemas que apenas enviam informações e sistemas que apenas recebem informações, como o BI (Business Intelligence), por exemplo. Essa integração pode ser feita de forma online ou manualmente, através de importação de arquivos.
A integração dos sistemas proporciona um impacto extremamente positivo para o negócio. O fluxo de trabalho passa a ser realizado sem intervalos ociosos ou lacunas, já que a ligação entre os processos é aperfeiçoada.
Eis as principais vantagens comprovadas dessa integração: